Privacidade precisa-se!
Vivemos numa sociedade sem privacidade. E não estou a falar só dos programas de televisão tipo "big brother" ou agora a versão recente "Verdade ou mentira" (não sei o nome dos programas mas refiro-me aos ditos em que despuderadamente alguém responde na TV sobre a sua vida privada pondo a nu a sua vida profissional, pessoal, familiar, sexual, respondendo sobre o que fez, o que pensou, o que desejou, ...). Falo tambem do nosso dia-a-dia: a google-earth entra-nos nos jardins e terraços, somos filmados nas vias públicas, nos parques de estacionamento, nos locais de trabalho, controlam-nos pelos dedómetros, cartões de crédito,... nos nossos locais de trabalho temos o dever de comunicar a uma Comissão de Risco se estivermos grávidas, para avançarmos no estudo e inserir-nos nas "Novas Oportunidades" temos de contar a "Nossa história de Vida", falamos em Congresso e querem filmar-nos, estamos a fazer tratamento e querem fotografar-nos, .... já não podemos parar. Temos realmente Um Glorioso Mundo NOvo" mas o mais estranho é que estamos contentes com o mesmo!
Fiquem bem e lembrem-se do poema de Fernando Pessoa:
" Cerca de grandes muros quem te sonhas..." Procurem-no pois não sei de cor o resto
Sunday, February 22, 2009
Sunday, February 8, 2009
Mensário...
Prometi a mim mesma escrever neste blog pelo menos 1 vez por mês. Assim não seria um diário mas um "mensário". O problema é que este mês passou mais uma vez a correr: trabalho entre as 8 h e as 20h, por vezes ainda trabalho de estudo para casa, ... o que sobra para vos (população em geral) dizer? Talvez algumas passagens recordadas.
- No entrudo pega tudo, ditado popular. Assim na volta da lua do Carnaval é altura de plantar para quem se dedicar às lides agricolas.
- Os telejornais têm aberto com as notícias do encerramento de empresas e a taxa de desemprego parece que está nos 10%.
- Apesar disso não vejo as pessoas muito apegadas ao trabalho. Pedem-se orçamentos e tardam as respostas, jovens pouco interessados na auto-valorização, ...
- Quanto à nossa saúde e vivência hospitalar, sentimos a vida como um equilíbrio: morre-se de Enfarte do miocárdio sendo a Medicina incapaz de reverter este flagelo, mas os milagres acontecem, mesmo quando os próprios deles não se apercebam e é ver as ressuscitações conseguidas, o reverter de endocardites, ....
Conclusão: este mês alguns de nós continuamos a viver!
Já me esquecia: Conprei uma consola Wii e tenho-me divertido ao final do dia efectuando pelo menos 30 minutos de exercício. Aconselho a todos e joguem com toda a família.
Um bom mês e como dizia alguém: "façam o favor de ser felizes!"
- No entrudo pega tudo, ditado popular. Assim na volta da lua do Carnaval é altura de plantar para quem se dedicar às lides agricolas.
- Os telejornais têm aberto com as notícias do encerramento de empresas e a taxa de desemprego parece que está nos 10%.
- Apesar disso não vejo as pessoas muito apegadas ao trabalho. Pedem-se orçamentos e tardam as respostas, jovens pouco interessados na auto-valorização, ...
- Quanto à nossa saúde e vivência hospitalar, sentimos a vida como um equilíbrio: morre-se de Enfarte do miocárdio sendo a Medicina incapaz de reverter este flagelo, mas os milagres acontecem, mesmo quando os próprios deles não se apercebam e é ver as ressuscitações conseguidas, o reverter de endocardites, ....
Conclusão: este mês alguns de nós continuamos a viver!
Já me esquecia: Conprei uma consola Wii e tenho-me divertido ao final do dia efectuando pelo menos 30 minutos de exercício. Aconselho a todos e joguem com toda a família.
Um bom mês e como dizia alguém: "façam o favor de ser felizes!"
Saturday, January 10, 2009
Friday, December 26, 2008
Reabilitação cardíaca
Se querem prevenir a doença cardiaca vão a http://reabilitacaocardiaca.com.sapo.pt/. Encontrarão alguns conselhos
Reflexões - livro do mês, ...a propósito do sentido da vida...
Este mês recomendo um livro de filosofia: "A Vida Eterna" de Fernando Savater. Reflecte sobre a r~eligião, a morte, a vida eterna. Para quem é ateu como eu sabe bem encontrar alguma comunhão e simbologia na vida.
Um pequeno excerto:
(...) o sentido nuclear do romance cervantino (a propósito do cléssico da literatura mundial Dom Quixote) encerra-se nalgumas poucas palavras que Sancho Pança pronuncia atormentado no final do mesmo, à beira do leito onde agoniza aquele que foi durante tanto tempo e com sorte tão adversa senhor do seu arbítrio: « Vossa mercê não vos deixeis morrer, senhor meu, mas segui antes o meu conselho e vivei por muitos anos; porque a maior loucura que um homem pode cometer nesta vida é deixar-se morrer, sem mais nem menos, sem que ninguém o mate nem outras mãos lhe ponham fim que não as da melancolia.» É este o código e a mensagem de todo o livro: o momento em que Sancho compreendeu finalmente a missão aparentemente absurda do cavaleiro andante, revelação que lhe chega precisamente quando Dom Quixote a abandona e se resigna a morrer. Sancho compreende que todo o empenho quixotesco consistiu numa prolongada batalha contra a necessidade mortal que angustia o homem: um não deixar-se morrer, um resistir à paralisia da rotina, do realismo que a pouco e pouco aniquila. Tanta aventura quixotesca era um capricho, mas um capricho indomável; pura demência, se é que admitimos que a sanidade reside em reconhecer e acatar a necessidade, mas uma demência salvadora da nossa humanidade, da nossa categoria de seres activos, simbólicos e portadores - pelo menos aos nossos olhos- de significado. Dom Quixote é o santo patrono e o mártir da invenção humana de propósitos para a vida.
Um pequeno excerto:
(...) o sentido nuclear do romance cervantino (a propósito do cléssico da literatura mundial Dom Quixote) encerra-se nalgumas poucas palavras que Sancho Pança pronuncia atormentado no final do mesmo, à beira do leito onde agoniza aquele que foi durante tanto tempo e com sorte tão adversa senhor do seu arbítrio: « Vossa mercê não vos deixeis morrer, senhor meu, mas segui antes o meu conselho e vivei por muitos anos; porque a maior loucura que um homem pode cometer nesta vida é deixar-se morrer, sem mais nem menos, sem que ninguém o mate nem outras mãos lhe ponham fim que não as da melancolia.» É este o código e a mensagem de todo o livro: o momento em que Sancho compreendeu finalmente a missão aparentemente absurda do cavaleiro andante, revelação que lhe chega precisamente quando Dom Quixote a abandona e se resigna a morrer. Sancho compreende que todo o empenho quixotesco consistiu numa prolongada batalha contra a necessidade mortal que angustia o homem: um não deixar-se morrer, um resistir à paralisia da rotina, do realismo que a pouco e pouco aniquila. Tanta aventura quixotesca era um capricho, mas um capricho indomável; pura demência, se é que admitimos que a sanidade reside em reconhecer e acatar a necessidade, mas uma demência salvadora da nossa humanidade, da nossa categoria de seres activos, simbólicos e portadores - pelo menos aos nossos olhos- de significado. Dom Quixote é o santo patrono e o mártir da invenção humana de propósitos para a vida.
Wednesday, December 24, 2008
Monday, December 22, 2008
Um bom Natal para todos
Não tenho tido tempo para escrever!
Desejo a todos um feliz Natal (mesmo se com nostalgia)
"(...) Cai neve na natureza
e cai no meu coração."
Desejo a todos um feliz Natal (mesmo se com nostalgia)
"(...) Cai neve na natureza
e cai no meu coração."
Saturday, November 15, 2008
A vida a correr ...
Escrever num blog é uma forma de relembrar os antigos diários, só que com um aspecto menos "secreto", mais partilhado e como não sabemos quem nos lê algo "estranho".
Tive uma semana "a correr", sem parar. Claro que o meu habitual é trabalhar entre as 08h e as 20h (com mais ou menos 1 hora) mas esta semana ainda dei por mim a trabalhar no computador até madrugada. De modo que PARAR e MEDITAR volta a ter um significado de quase sobrevivência.
Assim vou partilhar aqui alguns excertos de um livro de que gosto especialmente: Aonde quer que eu vá, de Jon Kabat-Zinn:
A meditação da montanha
No que diz respeito á meditação as montanhas têm muito a ensinar, pois possuem significado arquetípico em todas as culturas. As montanhas são lugares sagrados. As pessoas sempre procuraram orientação espiritual e renovação junto delas e no meio delas. (...) As montanhas são consideradas sagradas, personificando temor e harmonia, dureza e majestade. (...). Para os povos tradicionais as montanhas eram e ainda são mãe, pai, guardião, protector, aliado.
Na prática da meditação, pode ajudar, por vezes, "pedir emprestadas" estas qualidades maravilhosamente arquetípicas das montanhas (...)
Visualize a montanha mais bonita que conheça ou de que tenha ouvido falar ou consiga imaginar (...) repare na sua forma total, no pico sublime, na base enraizada na crusta terrestre, nas encostas íngremes ou suavemente ondulantes. Repare também como é maciça, imutável, como é bela, (...)
Talvez a sua montanha tenha neve no pico e árvores nas encostas mais baixas. Talvez tenha um pico proeminente, talvez uma série de picos ou um planalto. Apareça como aparecer sente-se e respire com a imagem dessa montanha, observando-a, reparando nas suas qualidades. Qundo se sentir preparado, veja se consegue trazer a montanha para o seu próprio corpo de forma a que estar aqui sentado e a montanha da visão interior se tornem um só. A sua cabeça transforma-se nopico sublime; os seus ombros e braços nos lados da montanha; as nádegas e as pernas na base sólida enraizada no tampo da cadeira. Sinta no seu corpo a sensação de elevação, a qualidade axial, profundamente erguida da montanha na sua própria espinha. Convide-se a si mesmo a tornar-se uma montanha respiratória,inabalável na sua quietude, completamente onde está-para lá das palavras e do pensamento, uma presença centrada, enraízada, inamovível.
Ora (...) ao longo do dia, á medida que o sol atravessa o céu, a montanha limita-se a estar assente. A luz, a sombra e as cores estão a mudar virtualmente momento a momento na quietude adamantina da montanha. (...) À medida que a luz muda, que a noite se segue ao dia e o dia á noite, a montanha está simplesmente assente, simplesmente a ser ela própria. Permanece quieta à medida que as estações se vão seguindo e o tempo muda momento a momento e dia-a-dia. Aguentando com calma todas as mudanças.
No Verão, não há neve na montanha, excepto talvez mesmo no cume ou em vertentes protegidas da luz do sol. No Outono a montanha pode ostentar uma camada de brilhantes cores de foga; no Inverno, um manto de neve e gelo. Em qualquer estação,poderá por vezes encontrar-se escondida em nuvens ou nevoeiro,ou fustigada por chuva gelada. (...) Às vezes açoitada por tempestades violentas, açoitada por neve, chuva e ventos de magnitude impensável; durante tudo isso, a montanha permanece. Vem a Primavera, as aves cantam nas árvores mais uma vez, as folhas voltam ás árvores que as tinham perdido, as flores rebentam nos pastos altos ou nas encostas, as correntes transbordam de água de neve derretida. Durante tudo isto, a montanha continua assente,imperturbada pelo tempo, pelo que acontece na superfície,pelas aparências do mundo.
Enquanto estamos sentados mantendo esta imagem na mente, podemos encarnar a mesma quietude imutável e enraizamento perante tudo o que muda nas nossas vidas durante segundos, horas e anos. (...)
Tive uma semana "a correr", sem parar. Claro que o meu habitual é trabalhar entre as 08h e as 20h (com mais ou menos 1 hora) mas esta semana ainda dei por mim a trabalhar no computador até madrugada. De modo que PARAR e MEDITAR volta a ter um significado de quase sobrevivência.
Assim vou partilhar aqui alguns excertos de um livro de que gosto especialmente: Aonde quer que eu vá, de Jon Kabat-Zinn:
A meditação da montanha
No que diz respeito á meditação as montanhas têm muito a ensinar, pois possuem significado arquetípico em todas as culturas. As montanhas são lugares sagrados. As pessoas sempre procuraram orientação espiritual e renovação junto delas e no meio delas. (...) As montanhas são consideradas sagradas, personificando temor e harmonia, dureza e majestade. (...). Para os povos tradicionais as montanhas eram e ainda são mãe, pai, guardião, protector, aliado.
Na prática da meditação, pode ajudar, por vezes, "pedir emprestadas" estas qualidades maravilhosamente arquetípicas das montanhas (...)
Visualize a montanha mais bonita que conheça ou de que tenha ouvido falar ou consiga imaginar (...) repare na sua forma total, no pico sublime, na base enraizada na crusta terrestre, nas encostas íngremes ou suavemente ondulantes. Repare também como é maciça, imutável, como é bela, (...)
Talvez a sua montanha tenha neve no pico e árvores nas encostas mais baixas. Talvez tenha um pico proeminente, talvez uma série de picos ou um planalto. Apareça como aparecer sente-se e respire com a imagem dessa montanha, observando-a, reparando nas suas qualidades. Qundo se sentir preparado, veja se consegue trazer a montanha para o seu próprio corpo de forma a que estar aqui sentado e a montanha da visão interior se tornem um só. A sua cabeça transforma-se nopico sublime; os seus ombros e braços nos lados da montanha; as nádegas e as pernas na base sólida enraizada no tampo da cadeira. Sinta no seu corpo a sensação de elevação, a qualidade axial, profundamente erguida da montanha na sua própria espinha. Convide-se a si mesmo a tornar-se uma montanha respiratória,inabalável na sua quietude, completamente onde está-para lá das palavras e do pensamento, uma presença centrada, enraízada, inamovível.
Ora (...) ao longo do dia, á medida que o sol atravessa o céu, a montanha limita-se a estar assente. A luz, a sombra e as cores estão a mudar virtualmente momento a momento na quietude adamantina da montanha. (...) À medida que a luz muda, que a noite se segue ao dia e o dia á noite, a montanha está simplesmente assente, simplesmente a ser ela própria. Permanece quieta à medida que as estações se vão seguindo e o tempo muda momento a momento e dia-a-dia. Aguentando com calma todas as mudanças.
No Verão, não há neve na montanha, excepto talvez mesmo no cume ou em vertentes protegidas da luz do sol. No Outono a montanha pode ostentar uma camada de brilhantes cores de foga; no Inverno, um manto de neve e gelo. Em qualquer estação,poderá por vezes encontrar-se escondida em nuvens ou nevoeiro,ou fustigada por chuva gelada. (...) Às vezes açoitada por tempestades violentas, açoitada por neve, chuva e ventos de magnitude impensável; durante tudo isso, a montanha permanece. Vem a Primavera, as aves cantam nas árvores mais uma vez, as folhas voltam ás árvores que as tinham perdido, as flores rebentam nos pastos altos ou nas encostas, as correntes transbordam de água de neve derretida. Durante tudo isto, a montanha continua assente,imperturbada pelo tempo, pelo que acontece na superfície,pelas aparências do mundo.
Enquanto estamos sentados mantendo esta imagem na mente, podemos encarnar a mesma quietude imutável e enraizamento perante tudo o que muda nas nossas vidas durante segundos, horas e anos. (...)
Sunday, October 5, 2008
Livro do mês: O DESERTO DOS TÁRTAROS, de Dino Buzzati
É uma alegoria à vida, à passagem do tempo, às expectativas, ... às humanas ilusões de grandeza e felicidade.
"... E assim Drogo sobe uma vez mais o vale da Fortaleza, e tem menos quinze anos para viver. Infelizmente não se sente muito mudado, o tempo passou tão velozmente que o espírito não chegou a envelhecer. E conquanto a inquietação obscura das horas que se escoam seja cada vez maior, Drogo porfia na ilusão de que o importante ainda está para vir. Aguarda impaciente a sua hora, que nunca chegou, sem pensar que o futuro se reduziu drasticamente; ..."
"... E assim Drogo sobe uma vez mais o vale da Fortaleza, e tem menos quinze anos para viver. Infelizmente não se sente muito mudado, o tempo passou tão velozmente que o espírito não chegou a envelhecer. E conquanto a inquietação obscura das horas que se escoam seja cada vez maior, Drogo porfia na ilusão de que o importante ainda está para vir. Aguarda impaciente a sua hora, que nunca chegou, sem pensar que o futuro se reduziu drasticamente; ..."
Wednesday, September 3, 2008
Quinta holistica
Querem vêr a minha quinta holistica? Vão a http://levada.home.sapo.pt/ e ainda http://fotogeres.blogspot.com/
Tuesday, August 26, 2008
Livro do mês:
"Man in the Dark" by Paul Auster.
Aborda a complexidade da mente humana e desenvolve o conceito de múltiplas realidades, um pouco para além do conceito da física quântica de múltiplos universos e interligando com o conceito das realidades da nossa percepção. "There are many realities. There's no single world. There are many worlds, and they all run parallel to one another, worlds and anti-worlds, worlds and shadow-worlds, and each world is dreamed or imagined or written by someone in another world. Each world is the creation of a mind".
Paul Auster é sem dúvida um dos meus autores preferidos. By the same author (a não perder): "The New York Trilogy" and "In the country of Last Things"
Boas leituras!
Aborda a complexidade da mente humana e desenvolve o conceito de múltiplas realidades, um pouco para além do conceito da física quântica de múltiplos universos e interligando com o conceito das realidades da nossa percepção. "There are many realities. There's no single world. There are many worlds, and they all run parallel to one another, worlds and anti-worlds, worlds and shadow-worlds, and each world is dreamed or imagined or written by someone in another world. Each world is the creation of a mind".
Paul Auster é sem dúvida um dos meus autores preferidos. By the same author (a não perder): "The New York Trilogy" and "In the country of Last Things"
Boas leituras!
Sunday, August 3, 2008
LIvro recomendado:
"Os alimentos contra o Câncer" , original: "Les aliments contre le cancer", Editions Trécarré. Autores: Richard Béliveau PhD e Denis Gingras PhD. FRuto de investigação Canadiana, Universidade de Montreal e Quebec.
MUito interessante e a não perder. Relembra-nos a necessidade de comer couve, alho, cebola, tomate, citrinos, passando pelos omega-3, relembrando os frutos vermelhos como as amoras e morangos, e terminado no vinho e chocolate negro. Acresce que a apresentação é apelativa e é de leitura fácil sem se perder em considerações muito cientificas (embora as apresente tambem). As citações são fabulosas. Algumas:
. O melhor médico é a natureza: ela cura três quartos das doenças e nunca fala mal dos colegas. Louis Pasteur
.Todas as substâncias são venenos; o que diferencia um veneno de um remédio é a dose certa. Paracelso
. Um pouco de vinho é um antídoto contra a morte; em grande quantidade é o veneno da vida. Provérbio persa.
Boa leitura!
MUito interessante e a não perder. Relembra-nos a necessidade de comer couve, alho, cebola, tomate, citrinos, passando pelos omega-3, relembrando os frutos vermelhos como as amoras e morangos, e terminado no vinho e chocolate negro. Acresce que a apresentação é apelativa e é de leitura fácil sem se perder em considerações muito cientificas (embora as apresente tambem). As citações são fabulosas. Algumas:
. O melhor médico é a natureza: ela cura três quartos das doenças e nunca fala mal dos colegas. Louis Pasteur
.Todas as substâncias são venenos; o que diferencia um veneno de um remédio é a dose certa. Paracelso
. Um pouco de vinho é um antídoto contra a morte; em grande quantidade é o veneno da vida. Provérbio persa.
Boa leitura!
Sunday, July 27, 2008
Poema favorito
Leio pouca poesia mas de quando em quando releio os meus poemas favoritos. Fazem bem á alma...
Então cá vai o meu eleito:
O VAGABUNDO DO MAR
Sou barco de vela e remo
sou vagabundo do mar.
Não tenho escala marcada
nem hora para chegar:
é tudo conforme o vento,
tudo conforme a maré...
Muitas vezes acontece largar o rumo tomado
da praia para onde ia...
Foi o vento que virou?
foi o mar que enraiveceu
e não há porto de abrigo?
ou foi a minha vontade
de vagabundo do mar?
SEi lá.
Fosse o que fosse
não tenho rota marcada
ando ao sabor da maré.
É por isso, meus amigos,
que a tempestade da Vida
me apanhou no alto mar.
E agora
queira ou não queira,
cara alegre ebraço forte:
estou no meu posto a lutar!
Se for ao fundo acabou-se.
Estas coisas acontecem
aos vagabundos do mar.
MANUEL DA FONSECA
Então cá vai o meu eleito:
O VAGABUNDO DO MAR
Sou barco de vela e remo
sou vagabundo do mar.
Não tenho escala marcada
nem hora para chegar:
é tudo conforme o vento,
tudo conforme a maré...
Muitas vezes acontece largar o rumo tomado
da praia para onde ia...
Foi o vento que virou?
foi o mar que enraiveceu
e não há porto de abrigo?
ou foi a minha vontade
de vagabundo do mar?
SEi lá.
Fosse o que fosse
não tenho rota marcada
ando ao sabor da maré.
É por isso, meus amigos,
que a tempestade da Vida
me apanhou no alto mar.
E agora
queira ou não queira,
cara alegre ebraço forte:
estou no meu posto a lutar!
Se for ao fundo acabou-se.
Estas coisas acontecem
aos vagabundos do mar.
MANUEL DA FONSECA
Retorno às origens
Tenho na vida mais que um sonho, uma ilusão: a de vir a ser feliz se me dedicar à agricultura. Não que me sinta uma pessoa infeliz, mas sinto que a vida corre mais depressa do que deveria. A pressão do tempo e as multiplas solicitações desapareceriam se apenas me preocupasse com vêr as ervas a crescer...
Tuesday, July 22, 2008
Qi-Gong, um caminho para uma vida equilibrada...
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